sexta-feira, 21 de junho de 2013

Apostila - Primeira Postagem (Da página 01 a 03)


PERSPECTIVA


A perspectiva mostra os objetos em três dimensões, mais ou menos como os vemos na realidade, mas não nos permite verificar medidas, pois no processo de execução, devido ao posicionamento e as operações descritivas, surgem reduções nas dimensões que são mais ou menos acentuadas, dependendo do Ponto de Vista (posição do observador), posição do Quadro em relação ao Objeto e da Distância Principal (distância do Observador ao Quadro).

As perspectivas podem ser Paralelas ou Cônicas. As perspectivas a paralelas são desenvolvida em torno de um eixo, por isso também são chamadas tecnicamente, de Perspectivas Axonométricas.

A Perspectiva Cavaleira e a Perspectiva Isométrica são exemplos de Perspectivas  Axonométricas ou Paralelas, já o processo dos Arquitetos, o processo Das Três Escalas e o Processo dos Pontos Medidores são processo que determinam Perspectivas Cônicas.


PERSPECTIVAS AXONOMÉTRICAS OU PARALELAS


A perspectiva  axonométricas é uma projeção cilíndrica sobre um plano oblíquo em relação às três dimensões do objeto que será representado.

Neste caso tanto os planos frontais quanto os planos laterais são paralelos entre si, (plano frontal com plano frontal e plano lateral com plano lateral) e, como já foi dito são desenvolvidas em torno de um eixo.

As perspectivas axonométricas podem ser oblíquas ou ortogonais. Oblíquas quando a direção dos raios projetantes formam ângulos (inclinação) com o plano de projeções e ortogonais quando a direção for ortogonal (perpendiculares em planos diferentes). 

São vários tipos de perspectivas axonométricas, vamos citar somente quatro:

      1. Dimétrica (ortogonal).
      2. .Militar (oblíqua).
      3. Cavaleira (oblíqua).
      4. Isométrica (ortogonal).


PERSPECTIVA DIMÉTRICA

É uma perspectiva axonométrica em que os raios projetantes são ortogonais ao plano vertical de projeções.

Para demonstrar o seu traçado vamos usar um cubo.

Para obtermos a perspectiva dimétrica do cubo dado, no plano vertical, procederemos segundo a sequência construtiva abaixo:


     1. Toma-se a linha de terra LT, e o traço de um plano de perfil auxiliar, PPa (perpendicular a LT);
     2. Colocamos o cubo apoiado no plano horizontal de projeção (vista superior) com uma das faces formando um ângulo de 20° com o plano vertical de projeções;
     3. Traçam-se linhas de chamadas a partir dos vértices da projeção horizontal até o traço do plano de perfil auxiliar PPa;
    4. Com o compasso ou, esquadro de 45° rebatemos estes pontos para a LT e daí constrói-se a Vista de Perfil, para tomada das alturas (cotas);
     5. Rotacionamos a Vista de Perfil segundo um ângulo de 20°em relação à LT a partir da chamada do vértice mais afastado em relação à LT, situado no plano horizontal;                                                        
   6.Traçamos linhas de chamadas dos vértices da projeção horizontal e dos vértices da vista de perfil rotacionada. Nas interseções dessas linhas de chamada determinamos os pontos finais em perspectiva;
     7. Ligando os pontos temos a perspectiva dimétrica do cubo em questão.
      
      Todo o processo de construção da perspectiva DIMÉTRICA está demonstrado na figura abaixo, basta seguir as instruções
dadas na sequência fornecida na página anterior.
EXERCÍCIO


Na prática, para construir a perspectiva Dimétrica costumamos usar o eixo dimétrico procedendo às reduções, conforme quadro abaixo:

Tabela de Redução
Eixo
x
y
z
Fator
2/3
1
1








A face frontal (y/z) conserva as dimensões originais enquanto que a face fugante (x/z) tem as dimenções referentes ao eixo x reduzidas para 2/3 do valor original. Deste modo a construção da perspectiva dimétrica fica mais fácil e rápida.


GEOMETRIA DESCRITIVA II

A partir de hoje (21 de junho de 2013) estaremos postando, diariamente, alguma páginas de nossa apostila de GD II - Perspectiva.
Serão aproximadamente, três páginas por postagem. 

Estas postagens são mais diretamente para alunos do curso de Arquitetura e Urbanismo do terceiro semestre, mas qualquer um que goste de desenhar em três dimensões poderá acompanhar as nossa postagens e conseguirem satisfazer a sua vontade e desenvolver belos desenhos.


Tirem suas dúvidas enviando e-mail para:


ajocoelho@terra.com.br
Ou 
ajocoelho1@gmail.com

quarta-feira, 1 de maio de 2013

BRASIL: PÁTRIA EDUCADORA

Primeiro de maio de 2013.
 
"BRASIL:PÁTRIA EDUCADORA"

"Essa eu amei, mas doeu no fígado".

Boa noite DILMA.

(...) Eu amo essa PRESIDENTA.

Veja o seu discurso na íntegra (copia do G1):
 
Queridas trabalhadoras e queridos trabalhadores,
O Brasil passou a ser mais Brasil quando o brado por mais emprego, mais salário e mais comida deixou de ser um grito solitário dos trabalhadores para ser a voz e o compromisso de toda uma nação. É por isso que nós, brasileiras e brasileiros, estamos tendo, nos últimos anos, a alegria de comemorar o 1º de Maio com recordes sucessivos no emprego, na valorização do salário e nas conquistas sociais dos trabalhadores.

Neste 1º de Maio, o Brasil pode garantir outra vez a vocês que nada ameaça estas conquistas. Ao contrário, elas vão se ampliar ainda mais, beneficiando a todos vocês, sem exceção. O Brasil vai continuar usando instrumentos eficazes para ampliar o emprego, o salário e o poder de compra do trabalhador.
Mas, a partir de agora, vai privilegiar como nunca o instrumento que mais amplia o emprego e o salário: a educação. Para isso, várias medidas estão sendo executadas e outras estão em discussão. A mais decisiva delas é a que determina que todos os royalties, participações especiais do petróleo e recursos do pré-sal sejam usados, exclusivamente, na educação.
Anuncio hoje a vocês que enviei ao Congresso Nacional uma nova proposta para que isso possa virar realidade.

Minhas amigas e meus amigos,

O Brasil avançou muito nos últimos anos por causa de políticas econômicas corretas e de políticas sociais profundas. Hoje, há um reconhecimento internacional de que temos as políticas sociais mais amplas e modernas do mundo. Isso nos orgulha e nos estimula. Mas há um ponto que tem passado desapercebido: o fato do emprego e do salário terem se tornado os dois maiores fatores de diminuição da desigualdade. Mesmo com a importância dos programas sociais, foi a renda do trabalho que mais contribuiu na diminuição da desigualdade.

Com os programas de transferência de renda, já tiramos 36 milhões de brasileiros da miséria. Mas são o emprego e o salário que estão impedindo que essas pessoas voltem para a pobreza, e também aceleram a ascensão social de milhões de outros brasileiros. Foi assim que 40 milhões de brasileiros foram para a classe média. Isso se deu por causa da valorização do salário-mínimo, do recorde na geração de emprego com carteira assinada e do ganho real em todas as faixas salariais.

O Brasil gerou, nos últimos dez anos, 19 milhões e 300 mil empregos com carteira assinada, e o salário-mínimo cresceu mais de 70% em termos reais. Somente nos dois anos do meu governo foram criados 3 milhões e 900 mil novos empregos. Segundo o Fundo Monetário Internacional, o FMI, isso nos colocou numa situação privilegiada no mundo: fomos o país que mais reduziu o desemprego entre 2008 e 2012, ou seja, reduzimos em 30% a taxa de desemprego. Por sinal, em 2012 enquanto lá fora cresciam o desemprego e as perdas salariais, aqui ocorria exatamente o contrário.

Tivemos o menor índice de desemprego da história e, segundo o Dieese, o melhor ano de reajustes, com 95% das categorias conquistando aumento real de salário. Não houve apenas aumento, mas também melhoria na qualidade do emprego: cresceram os níveis de escolaridade dos empregados e ampliou-se a formalização do emprego. Ao mesmo tempo, diminuiu a taxa de desemprego entre os jovens e aumentou o emprego entre os mais maduros. E, em termos gerais, ocorreu uma queda acentuada no tempo de procura por trabalho. Levando-se em conta a renda das pessoas, tem ocorrido também uma redução da desigualdade entre homens e mulheres, entre brancos e negros, e entre as áreas urbanas e rurais. Os brasileiros estão se tornando mais iguais.

Os direitos trabalhistas avançam e as dívidas sociais históricas estão sendo resgatadas, como ocorreu recentemente com a aprovação da PEC que estende os direitos previstos na CLT aos trabalhadores domésticos.

Tudo isso ocorre porque o Brasil tem uma política eficiente de emprego e salário, porque o país dialoga com o trabalhador e os sindicatos e respeita os direitos trabalhistas. Inclusive, devido a este diálogo, os trabalhadores, entre outras vantagens, obtiveram a isenção do Imposto de Renda na participação dos lucros e resultados.

O mais importante é que os efeitos da renda do trabalho e das políticas sociais reduziram pela metade o risco das pessoas ficarem mais pobres, e praticamente dobraram a possibilidade das pessoas melhorarem de vida.

Estes fatores têm garantido a diminuição das desigualdades e inibido, entre nós, os efeitos da prolongada crise financeira que ainda atinge o mundo.

Trabalhadoras e trabalhadores, acreditem apaixonadamente no Brasil e na força do trabalho de cada um de vocês. Não tenham dúvida de que o Brasil, com a força de vocês, pode e vai crescer mais, garantindo o emprego de hoje e o de amanhã.

Vamos seguir na rota de crescimento com estabilidade, distribuição de renda e diminuição das desigualdades. Este governo vai continuar sua luta firme pela redução de impostos e pela diminuição dos custos para o produtor e consumidor, mesmo que tenha que enfrentar interesses poderosos.

É mais do que óbvio que um governo que age assim e uma presidenta que pensa desta maneira não vão descuidar nunca do controle da inflação. Esta é uma luta constante, imutável, permanente. Não abandonaremos jamais os pilares da nossa política econômica, que têm por base o crescimento sustentado e a estabilidade. E não abriremos mão jamais dos pilares fundamentais do nosso modelo: a distribuição de renda e a diminuição da desigualdade no Brasil.

Minhas amigas e meus amigos,

Só uma educação de qualidade pode garantir mais avanço para o emprego e para o salário. Nos últimos anos, ampliamos o acesso e melhoramos a qualidade do ensino. Já estamos com 32 mil escolas funcionando em tempo integral, ou seja, em dois turnos.

Tivemos o maior avanço da história do Brasil nos cursos técnicos e de qualificação profissional. Geramos, com o Pronatec, mais de 3 milhões de novas vagas e vamos chegar, até o final de 2013, a quase 5 milhões de matrículas.

Mais de 1 milhão e 200 mil jovens já receberam bolsas do ProUni, 870 mil estudantes estão sendo beneficiados pelo financiamento do Fies e 41 mil estudantes brasileiros já tiveram bolsas aprovadas para estudar nas melhores universidades do mundo no Programa Ciência sem Fronteiras.

E tudo isso está sendo acompanhado pela expansão das universidades federais, que já oferecem mais de 1 milhão de matrículas. A partir deste ano, de forma crescente, vamos garantir, através da nossa política de cotas, que metade das vagas de todos os cursos das nossas universidades federais seja ocupada por alunos das escolas públicas.

Tudo isso é muito bom, mas ainda é pouco. O Brasil precisa de uma grande revolução no ensino capaz de garantir o nosso futuro como nação líder e soberana no mundo. Vamos, principalmente, formar os jovens, as trabalhadoras e os trabalhadores brasileiros para que possamos triunfar num mundo cada vez mais desenvolvido e altamente competitivo.

A educação deve ser uma ação permanente em todos os instantes da vida de uma pessoa. Ela começa na creche, passa pela escola de tempo integral, pelo ensino médio, pela qualificação profissional, pela universidade, o mestrado, o doutorado e tem que prosseguir, de forma ininterrupta, até o fim da vida.

O papel do Estado é criar condições para isso, em especial, abrindo portas para os que mais precisam. Mas um governo só pode cumprir bem o seu papel se tiver vontade política e se contar com verba suficiente.

Por isso, é importante que o Congresso Nacional aprove nossa proposta de destinar os recursos do petróleo para a educação. Peço a vocês que incentivem o seu deputado e o seu senador para que eles apoiem esta iniciativa.

Para encerrar, faço um chamamento decisivo a você, trabalhador, e a você, trabalhadora: a educação não é apenas um dever do Estado e um direito do cidadão. É também tarefa da família e responsabilidade de todos, sem exceção. A educação começa com você. Todos têm que procurar a educação por seu próprio desejo, e lutar pela educação com sua própria força. Somente sua força de vontade vai fazer você descobrir tempo e meios para educar-se. Somente sua atenção como pai, como mãe vai estimular seu filho na escola. Somente sua dedicação de mestre fará você, professor, superar as dificuldades que enfrenta. Somente a pressão de todos vai fazer os governos, as empresas, as igrejas, os sindicatos, em suma, toda a sociedade trabalharem ainda mais pela educação.

Somente assim poderemos gritar, em uma só voz, uma nova marca de fé e amor para nosso país. Poderemos gritar, do fundo do nosso coração: Brasil, pátria educadora!

Viva o Brasil! Viva a trabalhadora! Viva o trabalhador brasileiro!

Obrigada e boa noite

Isto é mais um absurdo de NOSSA DEMOCRACIA

Espaços públicos de Salvador já podem ser adotados por empresas e cidadãos

Espaços públicos de Salvador já podem ser adotados por empresas e cidadãos
Foto: Reprodução
Cerca de 30 espaços públicos já estão disponíveis para adoção por empresas e cidadãos de Salvador através do projeto Verde Perto, da Secretaria Cidade Sustentável (Secis), com o objetivo de revitalizar praças e equipamentos da capital baiana. De acordo com o prefeito ACM Neto (DEM), 35 empresas, instituições ou pessoas já demonstraram interesse no programa. “Muitas empresas que funcionam nas localidades das praças têm mais afinidade e desejo de fazer a recuperação daquela praça, e como existe empresa na cidade toda, eu acho que esse processo será amplo em Salvador”, pontuou. Em alguns casos, pode haver ajuda financeira da prefeitura, para instalação e reforma de fontes luminosas, por exemplo. Como contrapartida, as instituições adotantes poderão expor suas marcas em espaços determinados pelo Município. Segundo o titular da Secis, Ivanilson Gomes, os processos de adoção devem começar à medida que as propostas sejam avaliadas. Inicialmente, os contratos terão validade de um ano. A Praça da Revolução, em Periperi, é uma das disponíveis para adoção, enquanto a Dr. Paterson, por exemplo, já é mantida pelo Hospital Português. Informações do Correio. 
Realmente é um absurdo
As prefeituras arrecadam para realizarem serviços e obras nas cidades e, agora, aparecem os BEZERRINHOS que mamam, mamam e não se cansam de mamar, sugerindo fazer algo que nós já pagamos para ser feito.
 
Pessoas simples assim como eu me classifico têm que pagar R$ 3.500,00 (três mil e quinhentos reais) por uns míseros reais ganhos durante um ano de trabalhos "HONESTOS", sem acordos políticos e falcatruas administrativas e, ainda ouvindo políticos dissertarem abobrinhas na televisão, isso é dose para LEÃO e Leão brasileiro.

Nós brasileiros somos vítimas de tudo e de todos, principalmente do LEGISLATIVO E JUDICIÁRIO seus dois maiores inimigos.

Somos obrigados a ouvir políticos garganteando em nossa Televisão, falando abobrinhas e tentando esconder os roubos sem ter uma linha óbvia de convencimento, ... Sem ter um meio de participar e discordando daquelas mentiras e outras baboseira, passivamente ouvimos e ouvimos e nada fazemos.
Se essa moda pega; NÓS, BRASILEIROS, VAMOS TER QUE ADOTAR ATÉ AVÓ DE VEREADOR.